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PABLO EL ENTERRADOR – Same (1st CD), Rare Argentina 70s Symphonic Progressive, FRETE GRÁTIS


PABLO EL ENTERRADOR – Pablo El Enterrador  (1st CD), originalmente lançado em 1983, mas concebido no início dos anos 70.

Provavelmente o grupo de progressivo sinfônico mais sofisticado de origem argentina.

Natural da província de Rosário, ele surgiu no início da década de 70, mas só gravaram este álbum (seu primeiro trabalho) em 1983, já com a mais conhecida formação.

Eles combinam uma refinada influência clássica com folk, rock e pitadas de jazz, tudo isto sempre delineado por uma melodia arrebatadora. Os arranjos com dois teclados dialogam perfeitamente complementando as belas passagens de guitarra e voz.

Suas letras possuem caráter político, fruto dos anos de repressão da ditadura militar que dominou o país de 76 a 83, e ganham maior intensidade na bela voz de Blanc.

Em Carrousell De La Vieja Idiotez percebe-se forte influência do Genesis de Peter Gabriel e Steve Hackett com os vocais se sobrepondo às texturas acústicas da guitarra, que também ajuda a criar novos climas e transições harmônicas com solos bastante criativos.

Elefante De Papel, apesar de ter um refrão que se repete com mais frequência (lembrando muito algumas melodias do Milton Nascimento, entretanto com interpretação bem distinta) é um miniclássico, e foi o maior sucesso do álbum à época de seu lançamento.

Quien Gira y Quien Suena se aproxima mais do estilo Genesis do álbum Trespass, próximo à “Vision of Angels”, com um belo coral no meio da faixa.

Ilusión En Siete Octavos é uma faixa instrumental com várias quebras de ritmo e toques de fusion.

Accionista é um pouco mais comercial, ao estilo de Alan Parsons Project.

Dentro Del Corral tem bastante influência de Jethro Tull, tanto nas quebras de ritmo quanto nos riffs da guitarra.

Espiritu Esfumado tem um belo arranjo de sintetizador e piano que nos lembra o Genesis de Tony Banks.

La Herancia de Pablo é uma música instrumental essencialmente montada sobre bases de teclado que nos remete à fase de Wakeman no Yes.
Com certeza este é um dos melhores álbuns de progrock da américa latina.

Uma curiosidade : O nome do grupo “PABLO EL ENTERRADOR “é uma referência ao coveiro de um cemitério de indigentes localizado próximo à Rosário.

R$ 40.00

Tracklist:

1.Carrousell De La Vieja Idiotez (05:40)
2.Elefante De Papel (05:06)
3.Quien Gira y Quien Suena (05:45)
4.Ilusión En Siete Octavos (04:51)
5.Accionista (03:17)
6.Dentro Del Corral (06:03)
7.Espiritu Esfumado (03:53)
8.La Herancia de Pablo (07:17)

Line-Up:

José María Blanc – Guitarra e Vocal

Omar López – Teclados

Jorge Antún – Teclados

Marcelo Sali – Batería

 

Biografia (Cont):

De todas as músicas que não queríamos deixar de compartilhar, este álbum de Pablo “o coveiro” ocupa um lugar muito importante. Estamos a falar deste tesouro escondido da nossa rocha que na altura do seu lançamento passou completamente despercebido, infelizmente …

Dois dos muitos títulos que podemos dar a esta banda são o de “banda mítica” e “banda cult”: é o que este grupo se tornou, um dos primeiros do rock de Rosário, nos seus primórdios entre 1971 e 1973.

Nessa época a banda teve, em sua formação, músicos como Rúben Goldín e Lalo de Los Santos que fizeram parte dessa explosão de músicos rosários dos anos 80, ao lado de Fito Paez e Juan Carlos Baglietto. Mais tarde (e ainda sem entrar no estúdio) a banda começa a apresentar instabilidade, pouquíssimas apresentações ao vivo e frequentes trocas de integrantes.

É por isso que somente em 1983, viajando para Buenos Aires, eles conseguiram gravar seu primeiro álbum Pablo “El entrador”.

Musicalmente, podemos dizer que o grupo é de qualidade. É considerada uma das bandas mais sofisticadas da Argentina. Numa primeira audição, seus toques progressivos ficam evidentes, mas o que mais cativa o grupo é seu belo sifonismo.

Certos ares de nosso folclore também são evidentes. Encontramos sólidas interações entre os dois tecladistas Omar López e Jorge Antún, Marcelo Sali, baterista influenciado pelo jazz-rock e não devemos prejudicar a guitarra do baixista José María Blanc, que cumpre um importante trabalho de fraseado e incríveis solos que coexistem com as camadas e texturas típicas de teclados.

Há exemplos claros de sifonismo culminante (e influências claras no rock sinfônico italiano), talvez no épico “Carrussel de la Vieja Idiotez” e na suíte “La Herencia de Pablo”.

É importante destacar também que algumas canções como “Shareholder” são perceptíveis ao som do início dos anos 80.

 

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